domingo, 16 de maio de 2010
Guto Lacaz
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Cildo Meireles

Cildo Meireles é um artista conceitual com uma reputação internacional, que cria os objetos e as instalações que acoplam diretamente o visor em uma experiência sensorial completa, questionando, entre outros temas, o regime militar brasileiro (1964 - 1984) e a dependência do país na economia global. Cildo Meireles tem desempenhado um papel chave dentro da produção artística nacional e internacional. Situando-se na transição da arte brasileira entre a produção neoconcretista do início dos anos 60 e a de sua própria geração, já influenciada pelas propostas da arte conceitual, instalações e performances, as obras de Cildo Meireles dialogam não só com as questões poéticas e sociais específicas do Brasil, mas também com os problemas gerais da estética e do objeto artistíco.

Cildo participa com “Totem - Monumento aos presos políticos”, na qual evocava aos presos e desaparecidos políticos do regime militar. Nestes anos de censura, medo, e silêncio, que se seguiram à promulgação do AI-5, Cildo Meireles destacou-se por uma série de propostas política e socialmente críticas, como por exemplo, seu trabalho em carimbo em notas de um cruzeiro: “Quem matou Herzog?”, de 1975. Uma mensagem explícita, ainda que anônima, de sua visão da arte enquanto meio de democratização da informação e da sociedade. Motivo pelo qual costumava gravar em seus trabalhos deste período a frase: “a reprodução dessa peça é livre e aberta a toda e qualquer pessoa”, ressaltando a problemática do direito privado, do mercado e da elitização da arte.É também, neste mesmo período, que o artista elabora seu projeto “Inserções em circuitos ideológicos”, que consistia em gravar nas garrafas retornáveis de Coca-cola informações, opiniões críticas, a fim de devolvê-las à circulação.

Já no final da década de 1970, passa a explorar através de seus trabalhos, a capacidade sensorial do público (gustativa, térmica, oral, sonora) como chave da fruição estética, e em detrimento da predominância visual das artes plásticas. Emprega cada vez mais, mas sempre em função de uma idéia, materiais precários, efêmeros, de uso cotidiano e popular.

Vale dizer, que a intensa produção de Cildo Meireles, ainda em andamento, ampliou seu campo criativo ao inserir instalação, objeto e tecnologia. Além disso, ele reafirmou seu compromisso com o público e não com o mercado de arte. Seu trabalho simboliza o máximo grau atingido pela relação aberta entre linguagem e interação.
As obras do artista que se encontram no acervo de Inhotim são: Através; Camelô; Desvio para o vermellho; Glove trotter; Inmensa; Inserções em circuitos ideológicos: Projeto cédula; Inserções em circuitos ideológicos: Projeto Coca-Cola; Zero Cruzeiro; Zero Dollar.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Objeto interativo com circuito
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Segundo objeto interativo
Devido a pouca interatividade do primeiro objeto resolvi fazer um segundo objeto que consiste em paralelepípedos envolvidos com fotos e imagens de vários lugares.
A idéia é que as várias disposições das caixinhas criasse diferentes montagens com as fotos que foram coladas nas suas faces.
O interessante é que um parelelepípedo pode completar a imagem de outro, ou uma face completa a imagem de outra.
O contrário também pode acontecer criando contrastes ou criando novas imagens a partir das superposições dos paralelepípedos.
Primeiro objeto interativo
Estas imagens são do primeiro objeto interativo que fiz inspirada no gorro que a Karina trouxe para a realização do trabalho. O gorro é sempre usado em viagens e por isso ela tem boas lembranças dele.
Como o seu formato me lembra uma torre resolvi fazer um objeto com esse formato.
A estrutura, feita de papelão, foi envolvida com recortes de revistas que mostravam paisagens de vários lugares pelo mundo e pelo brasil.
Foram feitos três modelos de cones que podem ser encaixados na extremidade superior e que complementam a forma da torre.
As faces internas das hastes da torre foi coberta com alguns tipos de texturas com a intenção de que não fossem vistas, somente sentidas.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Performance no Sketchup 2
Este vídeo é um outro trabalho que fizemos também para representar nossa perfomance. A estratégia utilizida foi diferente: representamos uma escada e em seus degraus colocamos fotos da performance.
O trabalho foi realizado juntamente com Marina Retes e Andréa Rotea.
Performance no Sketchup
Este vídeo é uma reformulação do primeiro trabalho apresentado. Fizemos algumas alterações para que houvesse uma sensação de imersão mais próxima da que é sentida ao assistir a performance.
Trabalhamos com texturas transparentes e que parecessem com o corrimão da escada.







